Durou de setembro a fevereiro, a segunda passagem de Jorge Sampaoli no comando do Atlético-MG. O contrato era válido até dezembro de 2027, mas todos já sabiam que nunca iria até lá. Para muitos, foi surpresa a demissão agora, mas se pensarmos bem havia passado da hora. O treinador reforçou que não era primeira opção da diretoria e veio sob forte pressão popular.

Sampaoli deixou o Atlético-MG após péssimo trabalho
Os sinais eram evidentes. Dava a impressão clara que se confirmou, seu trabalho tinha prazo de validade. Não havia nenhuma indicação que iria evoluir. Já falei outras vezes e vou repetir; não era o técnico dos meus sonhos, mas fraco como se apresentou também não era. Tudo foi se desgatando de uma maneira tão natural e até esperada. O fim de ano foi turbulento, a nova temporada começou mais cedo; sem tempo e sem tesão, o caminho natural era o rompimento.

Nas últimas semanas, falas totalmente desconexas com o que pensa ou transmite o departamento de futebol. Só espero que algumas máximas tenham caído por terra de uma vez por todas; muita gente queria a volta de Cuca e Sampaoli. Curiosamente, os dois últimos treinadores e é difícil eleger o pior trabalho.

(foto: Alexandre Guzanshe/EM/DA.Press)
Nem vou dizer sobre tiro certeiro a respeito do novo treinador, prefiro falar em aposta. Não dá para confiar no que vão fazer, é rezar e torcer por uma “liga” no time e tentar salvar o ano. Estamos em fevereiro e a temporada já está indo para o ralo, acreditem se quiser. A diferença é que o tempo de correção de rota é maior dessa vez, resta saber se as pessoas que comandam o clube saberão usar isso a nosso favor. Seguimos juntos Galooooooo!
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