Everson desabafa sobre vice da Libertadores e cita pior dor no Atlético-MG

Em entrevista ao Charla Podcast, Everson desabafa sobre vice do Atlético-MG na Libertadores de…

Por Matheus · 3 min de leitura
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Atlético-MG
Foto: Pedro Souza
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A perda do título da Copa Libertadores de 2024 para o Botafogo segue como uma ferida aberta entre as principais lideranças do elenco do Atlético-MG. Em entrevista ao Charla Podcast, o goleiro Everson abriu o coração sobre o sentimento no vestiário do Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e descreveu o pós-jogo como um dos episódios mais traumáticos e dolorosos de toda a sua trajetória no futebol.

O que disse Everson sobre o vestiário do Atlético-MG após o apito final?

Na grande decisão em solo argentino, o cenário parecia amplamente favorável ao Galo logo na abertura do duelo, quando Gregore foi expulso antes do primeiro minuto. Apesar de jogar com um homem a mais durante toda a partida, o time mineiro foi superado pelo clube carioca por 3 a 1.

Ao recordar os momentos seguintes à entrega das medalhas, o arqueiro alvinegro usou palavras fortes para ilustrar o silêncio e o luto que tomaram conta da delegação atleticana:

Atlético
foto: Pedro Souza

“- Ali a gente perdeu uma grande oportunidade. É o que mais me dói com a camisa do Galo. Você olha o vestiário enorme do Monumental, parecia que tinha um caixão no meio do vestiário. Já fui em velório, a gente sabe a sensação, e ali foi a mesma sensação como se tivesse perdido um ente querido.”

O camisa 22 também detalhou o constrangimento e a tristeza que impediam até mesmo a troca de olhares entre os atletas:

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“- Vestiário todo silencioso, tendo que esperar uma hora e meia para sair do estádio. Ninguém conseguiu olhar no olho do outro. De tristeza e vergonha.”

Por que a decisão ainda marca o grupo do Atlético-MG?

Everson
Foto: Fernando Moreno/AGIF

A frustração relatada por Everson se soma ao fato de o Galo não ter aproveitado a vantagem numérica e ter desperdiçado chances capitais de virar a partida após diminuir o marcador com Eduardo Vargas.

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O goleiro alvinegro, que esteve nas grandes conquistas recentes do clube e consolidou status de referência com defesas históricas, admitiu que a incapacidade de buscar a taça diante daquelas circunstâncias transformou aquela noite na maior frustração de sua carreira, servindo até hoje como combustível emocional para as disputas de mata-mata da equipe.

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