Os 24,95% do Diamond Mall que ainda pertenciam ao Atlético-MG foram vendidos pelo clube ontem (26).
O Fundo de Investimento Pedra Negra, que faz parte do grupo BR-Capital, anunciou que comprou a parcela do empreendimento que ainda pertencia ao Atlético-MG.
O Galo receberá R$ 165 milhões pela venda, com o valor dividido em três parcelas de R$ 55 milhões. A informação é do “GE”.
Agora, o Atlético-MG, que já havia vendido o restante do shopping para a Multiplan, não tem mais nenhuma parte do estabelecimento.

Outras partes do Shopping vendida pelo Atlético Mg
A primeira metade do shopping foi vendida pelo Atlético-MG à Multiplan em 2017 e foi usada para iniciar a construção da Arena MRV.
No começo de 2023, as partes voltaram a negociar a venda da outra metade, mas a Multiplan optou por comprar apenas 24,9%. Pela transação, o Atlético-MG recebeu R$ 170 milhões.
FIFA está de olho no Atlético-MG, que pode tomar punição severa
O Atlético-MG conseguiu amenizar a possível crise interna e regularizou os pagamentos de salários e premiações atrasados com os jogadores. O problema é que o Galo ainda enfrenta pendências financeiras com comissões de agentes. Um dos casos em destaque envolve a empresa Prattes Group, responsável pela carreira do volante Jair, havendo uma dívida de R$ 1,3 milhão que está em discussão na CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas).
A informação foi divulgada pelo jornalista Venê Casagrande. Além disso, novas situações surgiram recentemente. Além da dívida, já em análise na CNRD referente à transferência de Jair quando ele chegou ao Maior de Minas, adquirido do Sport, a venda subsequente do volante para o Vasco gerou novas pendências, que serão levadas à esfera judicial.
Caso o Atlético não regularize os pagamentos da dívida, uma das possíveis sanções é a proibição de registro de novas contratações, conhecida como “transfer ban”.
“No exercício de suas funções, a CNRD pode aplicar as seguintes sanções, cumulativamente ou não:
§ 3º – Às pessoas jurídicas, no que couber:
I – bloqueio e repasse de receita ou premiação econômica que tenha direito de receber da CBF ou de federação;
II – devolução de premiação econômica que a parte tenha recebido por conquista em competição organizada pela CBF;
III – proibição de registrar novos atletas, por período determinado não inferior a seis meses nem superior a dois anos;
IV – proibição de registrar novos atletas por um ou dois períodos completos e, se for o caso, consecutivos de registro internacional;”

Flamengo toma decisão quanto a Allan, do Atlético-MG
A Massa está apreensiva com a negociação envolvendo o jogador Allan. Uma forte disputa envolvendo Flamengo e Atlético-MG se formou. De um lado, o time rubro-negro tenta chegar a um acordo que reduza o valor inicialmente pedido de 9 milhões de euros (cerca de R$ 48 milhões). Por outro lado, o Galo mantém uma postura inflexível, deixando claro que só avançará nas tratativas de acordo com suas condições e exigências.
Na primeira abordagem, o Atlético-MG estabeleceu o valor de 10 milhões de euros (R$ 53 milhões na cotação atual) por 100% dos direitos do jogador. As negociações chegaram ao valor de 9 milhões de euros (pouco mais de R$ 48 milhões), desde que uma parte significativa seja paga à vista, com Allan abrindo mão dos 10% que lhe cabem. Foi nesse momento que o Flamengo cogitou deixar uma porcentagem dos direitos com o Galo.
Essa foi uma alternativa encontrada pelo mengão para gerenciar os gastos nessa negociação, mas a resposta de Belo Horizonte foi imediata: ou paga os 9 milhões de euros ou não há negócio. O Maior de Minas entende que a venda de Allan não é uma urgência e o jogador ainda tem possibilidades de transferência na abertura da janela europeia no próximo mês.

Internamente, há a expectativa por parte do Flamengo de que o Galo aceite negociar o jogador, caso a maior parte do valor seja paga à vista, considerando a situação financeira do clube mineiro. Por sua vez, a conclusão da venda do Diamond Mall nesta semana, no valor de R$ 170 milhões, dá ao Galo um alívio financeiro importante para conduzir as negociações.
O Atlético-MG detém 90% dos direitos econômicos de Allan, enquanto os outros 10% pertencem ao próprio jogador. O Liverpool (Inglaterra) possui 10% de mais-valia em caso de uma futura venda.
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