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Europa coloca R$ 35 milhões na mesa, e Atlético-MG surpreende com decisão sobre joia

O Atlético-MG mostrou que pretende valorizar suas jovens promessas e recusou uma proposta milionária por uma das principais revelações recentes do clube. O volante Mamady Cissé, de 19 anos, despertou o interesse do mercado europeu, mas não deve deixar a Cidade do Galo neste momento.

Segundo apuração do portal O Tempo Sports, um clube da Itália apresentou uma oferta pelo jogador nos últimos dias. Os valores da proposta seriam superiores a 6 milhões de euros, cerca de R$ 35 milhões, mas a diretoria alvinegra decidiu não avançar com a negociação.

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Por que o Atlético-MG recusou a proposta por Cissé?

O Galo acredita que o volante ainda pode se valorizar mais permanecendo no elenco profissional. A avaliação interna é de que Cissé pode se tornar uma peça importante para o clube nos próximos anos, e a diretoria não pretende realizar uma venda neste momento.

A ideia do Atlético é aproveitar o desenvolvimento do jovem dentro do time principal antes de avaliar uma possível negociação futura. O clube entende que a evolução do jogador pode aumentar ainda mais seu valor no mercado internacional.

Recentemente, Cissé também passou a ser agenciado no Brasil pela mesma empresa responsável pelas carreiras de jogadores como Claudinho, atualmente no Al-Sadd, e Malcolm, do Al-Hilal. Internacionalmente, o volante é representado pela Diamond Sports.

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Quem é Mamady Cissé, jovem que chamou atenção da Europa?

O volante chegou ao Atlético em 2025 e rapidamente ganhou espaço dentro do planejamento do clube. Antes de vestir a camisa alvinegra, Cissé atuava pelo 36 Lion FC, da Nigéria, onde chamou atenção dos observadores atleticanos.

Inicialmente integrado ao time Sub-20, o jogador foi promovido ao elenco profissional nesta temporada e já acumula 17 partidas pelo Galo, com um gol marcado. A evolução fez com que o jovem passasse a ser observado por clubes europeus.

A decisão de segurar Cissé reforça a estratégia do Atlético de apostar em seus talentos da base e buscar uma valorização esportiva e financeira antes de uma possível saída para o exterior, movimento cada vez mais comum no mercado da bola.

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