Lodi explica gesto “1, 2, 3” após classificação do Atlético-MG sobre o Cruzeiro

O jogador do Atlético-MG explicou a provocação com o Cruzeiro.

Por Matheus · 3 min de leitura
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Foto: Pedro Souza
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Renan Lodi abriu o jogo sobre a comemoração “1, 2, 3” feita após o gol marcado na partida de ida entre Atlético-MG e Cruzeiro, no Mineirão, pela Copa do Brasil. O lateral repetiu o gesto na comemoração da vaga, já na Arena MRV, e explicou o significado da provocação em entrevista à GaloTV.

O gesto, repetido nas duas partidas do confronto direto, chamou atenção da torcida e passou a ser associado a uma alfinetada ao rival mineiro. Desde a primeira aparição da comemoração, no Mineirão, torcedores especulavam sobre seu real significado, sem que o próprio jogador confirmasse publicamente a intenção por trás do gesto.

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Lodi pelo Atlético-MG. Foto: Pedro Souza

Por que Lodi repetiu o gesto após a classificação do Atlético-MG?

Em tom descontraído, o lateral brincou sobre o momento em que finalmente poderia revelar o significado da comemoração. “Agora pode falar?”, questionou Lodi, já com a vaga na semifinal da Copa do Brasil confirmada.

A pergunta reforça que o gesto vinha sendo mantido em segredo desde o primeiro jogo, ganhando um novo capítulo justamente após a definição da classificação sobre o rival. O fato de repetir a comemoração no momento decisivo, dentro da Arena MRV, reforça que a provocação não foi casual, mas sim planejada para ser usada novamente caso o Atlético-MG avançasse de fase.

A entrevista à GaloTV, concedida logo após o apito final, capturou o clima de descontração do elenco em meio à comemoração pela vaga conquistada diante do rival direto.

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Qual é o significado do gesto “1, 2, 3” de Lodi?

Questionado sobre a origem da provocação, o lateral foi direto: “Acho que (eles estiveram) na Série B, né?”

A fala remete ao histórico recente do Cruzeiro, que já disputou a Série B do Campeonato Brasileiro, e reforça o caráter de rivalidade presente no gesto repetido por Lodi ao longo do confronto entre os dois clubes mineiros. O comentário, feito de forma descontraída, ilustra como o clima de provocação entre torcidas e jogadores também aparece nos bastidores dos clássicos, especialmente após um resultado favorável em jogo de tamanha importância.

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Para o Atlético-MG, a classificação sobre o Cruzeiro carrega peso extra justamente pelo caráter de clássico do confronto, e episódios como a comemoração de Lodi tendem a permanecer na memória da torcida alvinegra como parte da narrativa da campanha na Copa do Brasil.

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